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EM REFORMA @

# ESATREMO PASSANDO POR REFORMA !
POR ISSO NÃO SABEMOS QUANDO VOLTAREMOS!

BJOS A EQUIPE DA TOCA!
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PARABÉNS JÚNIOR!

     Todos nós que fazemos a equipe da Toca da Perua gostriamos de neste post parabenizar o nosso companheiro e amigo Júnior que conseguiu exito no enem e irá cursar Designer na UNP !
    Parabéns Júnior, todos nós sabemos de seu esforço e o quanto você merece isto!

                Equipe Toca Da Perua !
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Dica de Filme : Do começo ao fim

DICA DE FILME:

Você que vai passar o fim de semana em casa , temos uma boa dica de filme , para assistir com "quase" toda a familia pelo fato do filme abordar assuntos interessantes , então a todos um Bom fim de semana !


DO COMEÇO AO FIM 

Gênero: Drama
Duração: 90 min.
Origem: Brasil
Estréia 27 de Novembro de 2009
Direção: Aluizio Abranches
Roteiro: Aluizio Abranches
Distribuidora: Downtown Filmes
Censura: 18 anos
Ano: 2009


SINOPSE

 Do Começo ao Fim é uma história de amor. A história de Francisco e Thomás e de sua família: Julieta, Alexandre e Pedro. Com uma narrativa particular o filme pretende contar a história de um amor incondicional como uma possibilidade, como um contraponto para um mundo cheio de violência, medo e intolerancia.

1986, Thomás, filho de Julieta e Alexandre, nasce com os olhos fechados e assim permanece durante várias semanas. Julieta não se preocupa e diz que quando o filho estiver pronto, que quando ela quiser, ele abrirá os olhos. Foi assim, nos primeiros dias de vida de Thomás aprendeu que era livre arbítrio. Um dia, sem mais nem menos, Thomás abre os olhos e olha direto para Francisco, seu irmão de 6 anos. 1992 Julieta é uma linda mulher e uma mãe amorosa. É médica de um hospital e trabalha no setor de emergência. É casada pela segunda vez com Alexandre, pai de Thomás. Pedro, seu primeiro marido e pai de Francisco mora na Argentina. Julieta e ele continuam bons amigos.

Durante a infância, os irmãos são muito próximos, talvez próximos demais, segundo Pedro, que passa uma temporada com eles em Buenos Aires. Anos mais tarde, quando Francisco tem 27 anos e Thomás 21, Julieta morre repentinamente em um acidente de carro. Francisco e Thomás se tornaram amantes e vivem uma extraordinária história de amor.
 
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Entrevista: Coletivo Artistico Atores a deriva

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Entrevista com Atores á Deriva Coletivo Artístico.



Toca da Perua (TDP): Como surgiu a idéia da formação do grupo?
Atores á deriva coletivo artístico (ADCA): O Henrique Fontes que é o Dramaturgo e também diretor do espetáculo, Tinha o texto do “A mar aberto” já guardado durante três anos, a principio era um monologo , ele escreveu no formato de carta e ele guardou esse texto e tinha um desejo de montar esse espetáculo, e já tinha trabalhado  com todos nós em outros trabalhos, então resolveu nos chamar para formar o elenco, o monologo inicial criou raízes, em vez de ficar um só, ele se expandiu pra cinco personagens, onde tem o narrador que é o capitão José Hermílio que narra no primeiro plano, e tem as vozes dos outros personagens que ai quem assistir vai perceber que a peça ela acontece em dois planos: o plano do real e do presente que é a narrativa do capitão, e o plano do imaginário que são os outros quatro personagens do espetáculo que são vozes da cabeça desse capitão.

TDP: E o espetáculo? Como foi o processo de montagem? Qual o significado do titulo da peça ?

ADCA: Esse duplo sentido que o titulo da peça apresenta, veio para nós como um presente, de inicio o nome do texto era “À BEIRA DO MAR ABERTO” que se dava o nome dessa narrativa que era transformada em monologo, que até então não tinha sido fragmentada, só que depois Henrique lendo um texto de Caio Fernando Abreu, viu que ele tem um conto chamado “À BEIRA DO MAR ABERTO” que trata da mesma questão, ai ele foi modificando as frases, e consultando... Daí tirou BEIRA DO e ficou A MAR ABERTO. Depois num processo de leitura do texto, a gente criou esse link de “A MAR” de amar, amor; e de “A MAR” de estar ao mar. Daí foi que se deu esse nome “A MAR ABERTO”, que caiu como uma luva pra gente, essa coisa da repressão do desejo de estar aberto ao amor, independente de religião, sexo ou raça.

TDP: O que foi mais difícil no processo de montagem da peça ?
ADCA: O mais difícil Para mim (DOC CÂMARA), foi entender a sutileza e a complexidade que o espetáculo traz enquanto ao tema, como tratar essa questão dos desejos e dos conflitos existenciais sobre o desejo de forma delicada, sutil, que tenham uma leitura mais abrangente do que simplesmente reduzir da questão do sexo, da banalidade dos sentimentos. É entender realmente a complexidade desse sentimento, dessa coisa que motiva a gente a encontrar com o outro, e esse encontro se dá em diversos parâmetros, em diversos níveis, desde um colega de trabalho, até ao amor da sua vida, o amor por um filho, pela mãe, alguém que partiu. Então entender a complexidade do tema, e tratar-lo com suavidade, delicadeza e principalmente sinceridade; sinceridade de mim quanto interprete, com o jogo com a dramaturgia, isso foi o mais difícil.

TDP: Vocês têm uma base de quantas apresentações já fizeram?
ADCA:  45 apresentações .

TDP: Quais os Projetos que vocês estão envolvidos?
ADCA: Nós estamos terminando agora o BNB cultural, que é o patrocínio do banco do nordeste, o BNDS que o Banco Nacional do Desenvolvimento Social Econômico e o Governo Federal, Nós mandamos alguns projetos pro banco do Brasil, pra ‘ocupação de espaço’ que é um teatro que fica em São Paulo, estamos à espera do resultado, Mandamos também Mirian Muniz, que a gente mandou um projeto para a região norte, que é Porto Velho, Belém do Pará, e Manaus.
TDP: Como atores, qual a importância que a “mostra de teatro” traz pra cidade, e pra vocês mesmos?
ADCA: Uma amostra como essa onde um grupo da cidade se propõe a agregar dois outros grupos, com dois trabalhos diferentes, de duas formas diferentes de fazer teatro, e colocar tudo numa amostra juntamente com o próprio trabalho deles, eles só vem comprovar que os Caminhos que o teatro facilita e proporciona para as pessoas, é um caminho muito generoso democrático. e de poder falar, Olha aqui também se faz teatro, aqui também se promove coisas e é possível sim a gente ter boas oportunidades com cultura numa cidade quase que ta fora do eixo da capital que ta no meio de uma região onde tem outras  cidades que também tem grupos que possam estar vindo apreciar esses espetáculos e que também possam mostrar o seu trabalho, para a cidade mostra uma potencialidade de algo que pode ser ainda maior , é o encontro , esse despertar, esse estalo das possibilidades.

Toda a produção do blog agradece a grupo pela entrevista ! Esperamos nos encontrar de novo ! Parabéns pelo trabalho de vocês !




O "ATORES À DERIVA COLETIVO ARTISTICO" TEM PATROCINIO DE :

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Entrevista: Grupo de teatro da Casa da Ribeira


Entrevista com o Grupo de Teatro da Casa da Ribeira 

Toca da Perua (TDP): Como surgiu a idéia da formação do grupo? 
Grupo de Teatro da casa da ribeira (GTCR): Veio de um projeto social que era realizado nas escolas públicas do ensino médio, agente passou por uma etapa de escolhas, primeiro uma gincana de seleção que foram três dias, Daí foram selecionadas algumas pessoas e começamos uma Oficina inicialmente de três meses e escolhemos a área que queríamos fazer: iluminação, cenografia, interpretação, ou figurino. O Trabalho profissional mesmo veio com o “GESTO CASCUDO”, já estamos á um ano e meio com esse espetáculo.
(R: Camila Moraes-Thiago Medeiros)

TDP: E o espetáculo? Como foi o processo de montagem? Qual o significado do titulo da peça ?
GTCR: Parte de “História dos nossos gestos” de Luís da Câmara Cascudo, surgiu a possibilidade de montar algo sobre Luís da Câmara Cascudo; optamos enquanto a obra artística, falar sobre a vida dele.A maioria das pessoas conhecem suas obras, mas não a sua vida em si. Nós queríamos aprofundar, Onde ele nasceu? Viveu e morreu? , Luís foi: Professor e Diretor de algumas escolas, e ajudou a fundar a Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Também fez parte de nossas pesquisas outros livros tais como:  “O tempo e eu”, “Mande in África”, “Canto de muro”. O trabalho de mímica, que é o trabalho de observação em ruas, feiras, etc. O espetáculo traz uma coisa muito nossa, bem peculiar. Faz um passeio no trabalho de memória, nas nossas lembranças, na nossa família, as brincadeiras, tudo que nos tocava a gente trouxe pro personagem.

TDP: Antes do “Projeto Social” surgir, vocês já tinham contato com o teatro?
GTCR:
Camila Moraes: “Eu sempre quis ser de “Teatro”, mas só fazia o básico em igreja, escola, nada muito serio. Mas também não esperava que isso viesse assim, Quando o projeto surgiu na escola foi uma oportunidade muito boa pra todo mundo, até porque eu era novata na escola,e isso também me aproximaria da turma, eu teria a chance de fazer algo novo e também de ser “popular” na escola ( risos ) . A forma de trabalho, os exercícios que eram feitos ... da mesma forma que me ajudava, me incentivava a querer cada vez mais continuar. Depois de um tempo, passou a ser mais serio, O que começou por brincadeira se tornou profissional, onde a gente começa a dedicar os nossos estudos a isso, pesquisas.. oficinas , a gente em casa usa o nosso tempo estudando sobre teatro e fazendo teatro. Então, hoje é uma visão totalmente diferente do inicio.
César Augusto: Pra mim também, antes só fazia teatro na escola, e quando surgiu esse projeto eu falei “-ah, vou tentar né?!“, eu sabia que tinha uma seleção, quando eu vi a quantidade de pessoas que iam participar eu pensei, “-E agora? Tenho que passar!”, enfim passei. Colocando o que Camila falou, para mim, tudo isso começou como brincadeira, conheci novas pessoas, e depois comecei a ter uma visão totalmente diferente de teatro, que não era só interpretação; tinha também cenografia, figurino, iluminação, tudo isso também fazia parte do teatro. Então pra mim foi um baque de profissionalismo, cresci, e tive maturidade pra estar aqui.
Alessandra Augusta: A professora mandava fazer trabalho, tipo... sobre drogas. As meninas jogavam os textos pra cima de mim (risos). Eu fazia uns textos lá na hora, às vezes não dava muito certo agente improvisava. Comecei... mais pela curiosidade, eu me inscrevi de inicio em um monte de curso,  no dia eu não sabia o que eu queria , fui me dando mal no inicio depois é que eu fui aprendendo , e ta aí o que é hoje.

TDP: O que foi mais difícil no processo de montagem da peça ?
GTCR: A parte mais fácil na verdade é a parte mais difícil, quanto mais difícil for, fica mais fácil. O teatro tem uma frase que diz: “Você precisa errar... ta ruim? Vai piorar, mas vai melhorar e quando melhorar vai ficar ruim de novo!”, Então quanto mais difícil, vai ficando mais fácil. É complicado “né” essa coisa de mais difícil, de mais fácil?!    (Weslí Dantas)
De prático, o mais difícil foi associar ou desassociar o gesto, da fala. Como o espetáculo é gestual, tinha momentos em que você precisava falar o texto e fazer os gestos ao mesmo tempo, e não são gestos naturais, tem uma partitura que a gente ensaiou e construiu. (Camila Moraes)
Também tinha os sentimentos incluindo tudo, você tinha que lidar com os sentimentos de cada um dos personagens. (César Augusto)
No começo era bem difícil associar isso tudo, acho que foi a parte mais difícil da gente conciliar, Porque às vezes a fala era mais lenta e os gestos eram mais rápidos, então você não podia conciliar o tempo da fala com o tempo da partitura, mas com o tempo agente foi se adaptando, até hoje mesmo a gente  estuda porque é necessário, o espetáculo ainda não está pronto, aliás ele nunca está, então a parte mais difícil foi conciliar o gesto com a fala.       (Larissa Pimenta)

TDP: Vocês têm uma base de quantas apresentações já fizeram?
GTCR: Mais de 50 apresentações.

TDP: Quais os Projetos que vocês estão envolvidos?
GTCR: Atualmente a cidade passa por um processo político enquanto artístico bem interessante, fizemos um movimento de jovens da cidade que lidam com o teatro, música, dança. Pra debater as políticas públicas relacionadas, Pra saber como é que isso é envolvido no nosso país, no nosso estado, na nossa cidade? E ir agregando valor a isso. (Thiago Medeiros)

TDP: Como atores, qual a importância que a “mostra de teatro” traz pra cidade, e pra vocês mesmos?
GTCR: Bom, é muito interessante, porque tende a formar novos espectadores de Teatro, novos apreciadores da arte em si. Acho isso muito interessante principalmente no interior do estado. (Weslí Dantas)
-Eu admiro muito a “A coberta de Teatro” pelo esforço e pelo comprometimento com a cidade e com a arte, sempre cito o exemplo deles, Não é todo mundo que tem esse nível de comprometimento, de envolvimento, de estar disposto a sair de Santa Cruz de moto, para ir pra Natal pra uma escola técnica de teatro. E nós que estamos lá em Natal que temos mais facilidade, não acessamos isso, é muito comodismo. Mas é de uma simplificação histórica e política de extrema importância para a cidade de Santa Cruz. (Thiago Medeiros)
-Também é interessante pelo fato de nós entrarmos em contato com eles, com a cidade, e agente foi super bem acolhido, então, é bem legal ver o envolvimento deles, é como Thiago disse, “eles estão muito envolvidos” e isso é inspirador! Vale para todo mundo, a cidade é pequena comparado à outros lugares, eles estão dando um “rebuliço” para que a cultura seja valorizada. (Camila Moraes)



A Direção do blog "Toca da Perua" agradece ao grupo de teatro da casa da Ribeira por nos conceder essa entrevista. Muito Obrigado e Parabéns ao Grupo !
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"A Mar Aberto"



Release
        O Coletivo Artístico Atores à Deriva surgiu no final de 2007 com o objetivo prioritário de formação continuada e experimentação de linguagens teatrais em sua complexidade. Todos os integrantes são criadores, proponentes de um trabalho consonante com sentimentos e observações do cotidiano brasileiro/nordestino. A primeira aparição pública foi em Abril de 2008 em uma espécie de revolução pessoal e silenciosa.
       A temporada de “A Mar Aberto” estimulou o debate de boa parte da classe teatral da cidade; contabilizou um número crescente de público; motivou um crítico que, após anos em silêncio, voltou a escrever; motivou dois outros grupos a criar um projeto conjunto e manter-se em temporada. “A Mar Aberto” seguiu por festivais pelo nordeste e Brasil e a pesquisa continuada do coletivo nos levou para uma nova montagem. "Corte sem Casca" estreia em Março de 2010.
(fonte www.atoresaderiva.blogspot.com)
        O espetáculo "A Mar Aberto" está em cartaz no teatro Candinha Bezerra  nos dias 12(ontem) e 13(hoje) pelo projeto "A coberta mostra Teatro". O Projeto tem sido prestigiado por boa parte da população santacruzence. A direção do blog "Toca da Perua" agradece em nome de toda sociedade e também parabeniza o grupo A Coberta de Teatro pelo projeto de incentivo .
Postado por "Toca da Perua"


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